Odfjell Vineyards
Há mais de 25 anos, o pioneiro armador norueguês Dan Odfjell descobriu e se apaixonou por um lugarejo no famoso Vale do Maipo no Chile. A sorte lhe mostraria mais tarde que ele havia encontrado estas terras em um vale privilegiado do Chile, onde se produzem vinhos tintos de qualidade Premium e aonde se vem cultivando vinhas por mais de quatro séculos. Vale favorecido pela brisa costeira, criando um micro clima favorável à produção de belos e distintos vinhos. Este foi o começo de uma travessia, o começo do que hoje conhecemos como Odfjell Vineyards.
Caballo loco
Dos grandes vinhos chilenos, é difícil termos uma unanimidade sobre o melhor, mas certamente, Caballo Loco é o mais original. Sua filosofia de elaboração baseia-se numa seqüência de lotes misturando variedades de uvas e safras. Daí a idéia de numerá-los ano após ano. Nesta noite, teremos a rara oportunidade de provar vários números, inclusive o atual n° 9, faltando apenas os números 1 e 2, absolutamente esgotados no mercado. Reservas Imprescindíveis!
UVAS: 50% Caballo Loco No8 + 50% Cabernet Sauvignon, Malbec, Cabernet Franc, Merlot e Carmenère (safra de 2004). Cor | Apresenta-se com cor púrpura, compacto e impenetrável à luz.
Aroma | Exibe aromas de frutas em compota (framboesas e cerejas negras), com notas de violeta e chocolate, bem mescladas a carvalho finamente tostado. Além de especiarias, um toque de alcaçuz, tabaco e cacau.
Paladar| Fogoso, atacando desde o início e enfrentando o percurso com rara classe. Forte estrutura, raçudo, com uma explosão marcada pelo chocolate frutas negras e torrados. Muito persistente, uma síntese para lembrar toda a experiência do belo plantel (no 1 ao no 8).
Chateau Pape-CLÉMENT
Fundador em Bordeaux de um vinhedo que leva seu nome, o Château Pape Clement, o sumo pontífice faleceu em 1314 por ingerir esmeraldas em pó, seguindo prescrições médicas. Seu sucessor, Jacques Duèse, assumiu o trono de São Pedro com o nome de João XXII e foi o líder da igreja de 1316 a 1334. Apesar de Clemente V ter ordenado a plantação de parreirais, é João XXII, um apaixonado por vinhos, quem detém o crédito do desenvolvimento dos vinhedos e de ter construído o lendário castelo, hoje a ruína mais famosa da região. O nome típico e as lendas em torno desse vinho, que sempre exerceram grande apelo junto ao público, voltaram à baila há poucos anos, quando o Châteauneuf-du-Pape 1999 do produtor Guigal, um dos nomes importantes da região, ganhou o prêmio de Vinho do Ano de 2002, da renomada revista americana Wine Spectator.
Esse tinto é o mais nobre produzido pelo castelo, que é, por sua vez, o mais velho grand cru de Bordeaux. As primeiras vinhas foram plantadas no século 13 por Bertrand de Goth, eleito o papa Clément V em 1305, a inspiração para o nome do chateau.
Um vinho tinto 70% de uvas Merlot e 30% de uvas Cabernet Sauvignon, que estagiou de 18 a 24 meses em barricas de carvalho,denominado um cru classé,conforme a classificação de 1959 da AOC Pessac-Léognan.