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VI Grande Prêmio - Comerciais Predial

22/11/09 - 08:15 | Atualizado em 22/11/09 - 08:15 Participantes que concorreram na categoria Comerciais Predial do VI Grande Prêmio

André Sá e Francisco Mota - Salvador Shopping Business

A modernidade de todo o projeto pode ser vista claramente nas linhas da fachada, um novo conceito empresarial com tecnologia de ponta e infraestrutura diferenciada, voltada para valorizar ao máximo o tempo e a qualidade de vida dos seus usuários. Trabalhar ao lado do Salvador Shopping significa ganhar tempo e conforto com toda sorte de comércio, serviços, cafés e restaurantes. Com 2 torres implantadas num terreno de 12.290m2 e 80.195m2 de área construída, o Salvador Shopping Business conta com 800 unidades comerciais de 30m2 a 665m2 com sanitário privativo, acessadas por oito elevadores e com um moderno sistema de segurança, 1.636 vagas distribuídas em 8 pavimentos de garagem situados entre as 2 torres. A área que une as 2 torres é mais uma grande atração do projeto. Com coberturas retráteis e decoração diferenciada, o espaço é ideal para realizar eventos especiais ou destinado a momentos de tranquilidade. Um Business Center equipado com salas de múltiplo uso, que de acordo com o evento podem se transformar em um belo auditório compondo espaços perfeitos para as mais diversas reuniões.


Botti Rubin Arquitetos - Expo Center Norte

Uma grande metrópole como São Paulo tem indubitavelmente entre seus objetivos estratégicos, o setor de exposições e feiras. Este setor tem a dupla função de promover sua indústria, turismo e comércio, responsáveis por uma boa fatia do PIB paulistano. Com mais de 90.000m2 de área, divididos em diversos pavilhões, tem a oportunidade de atender demandas variadas, dos mais diversos portes. O problema comum a todos os centros de exposições, é que locais de feiras constituem grandes áreas sem maiores atrativos arquitetônicos; e nem pode ser diferente, uma vez que seu objetivo é valorizar o que encerra, as exposições – e não o invólucro. Para fazer frente a esta condição, propusemos ao Expo Center Norte um novo acesso através de um grande centro de triagem, por onde passam necessariamente a totalidade dos usuários das feiras; acrescido de pavimentos com salas para reuniões, forma um Centro de Convenções que complementa os serviços ofertados às exposições. Nesta edificação foi dado um tratamento completamente diverso da simplicidade dos locais de exposições, como o objetivo claro de impactar positivamente os usuários que nele penetram.


Dória Lopes Fiuza Arquitetos - Joinville Garten Shopping

Nosso projeto tem como objetivo trazer a joinville um empreendimento diferenciado no segmento do varejo. Num terreno de aproximadamente 78.000,00m2 estabelecemos uma ocupação horizontal para o empreendimento, tendência esta internacional, gerando para a região, cidade e usuários facilidade de acesso e deslocamento, além da racionalidade de manutenção e equilibrio no volume construido e inserção urbana da edificação. Com uma ocupação de aproximadamente 49% do terreno o predio estabelece um grande entorno definido pelas áreas de estacionamento e paisagismo bem como acessos de veiculos e pedestres. Procuramos valorizar ainda mais os referenciais do predio proporcionalmente a hierarquia proporção das ruas. Os acesso de veículos acontecem pela avenida, totalizando2 e ainda possuímos um acesso de veiculos de carga e descarga. Os acessos de pedestres estarão dispostos estrategicamente e identificados atraves de fortes demarcações arquitetonicas. Para facilitação de quem chega ao empreendimento de transporte coletivo, táxi e à pé.


Elaine Zanon & Claudia Machado - GVT

O projeto diretor de identidade corporativa foi executado na sede da GVT – Curitiba-PR. Em um edifício de 14 andares no centro da capital, incluiu a fachada, recepção, hall dos elevadores e área de convívio interna e externa. O conceito do projeto utilizou materiais de cores claras contrastando com as cores da empresa, azul e laranja. Efeitos de iluminação valorizam os espaços.

No hall de entrada um grande balcão de atendimento em mármore branco se destaca em meio às paredes azuis e as cadeiras Swan em laranja. Os halls dos elevadores abrigam uma pequena espera e bem suavizada com um grande painel informativo. O projeto contempla uma área de convívio que mescla área de refeições, espaços de descanso e área reservada para fumantes. O uso de madeira e vegetação nos grandes painéis externos na sacada tornam o ambiente descontraído e humanizado, incentivando o usuário a hábitos saudáveis, fortalecendo a filosofia da empresa.


Manoel Coelho - Teatro Positivo Grande Auditório

O Teatro Positivo Grande Auditório, implantado em meio a um bosque preservado e um grande lago, é o maior teatro do Estado do Paraná e um dos maiores do Brasil, com capacidade para 2.400 espectadores.

É composto de 3 volumes que se relacionam e definem claramente os 3 grandes espaços do teatro: o foyer, a platéia e o palco.

Uma marquise evidencia a entrada principal e encaminha ao grande foyer, com pé-direito triplo, que é equipado com bomboniére, guarda-volumes e sanitários. Este espaço recepciona o público e dá acesso à platéia e ao conjunto de camarotes, que possuem vista privilegiada do palco e do foyer, além de área de estar, copa de apoio e sanitários privativos que permitem receber e acomodar 25 pessoas cada um. A configuração da platéia apresenta duas propostas inusitadas: a forma de uma grande arena e a grande inclinação aproveitando o desnível natural do terreno possibilitam excelente visibilidade de qualquer ponto. A relação do espaço da platéia com o bosque circundante e o lago através de grandes rasgos envidraçados permitem uma incomum visão da paisagem externa.


Paulo Baruki - Shopping Metropolitano

De caráter regional com aproximadamente 230 operações, o Shopping Metropolitano situa-se na Zona Oeste do Rio de Janeiro. A proposta de implantar o shopping integrado aos demais empreendimentos corporativos, consolidará o mais novo e moderno distrito comercial da cidade. Trata-se de um equipamento urbano que alavancará o desenvolvimento da macro-região e dos diversos empreendimentos, constituindo-se numa nova alternativa de cultura, consumo e lazer. O partido arquitetônico associou o tradicional conceito da circulação interna contínua a mais nova tendência da indústria de shopping Center, o “lifestyle”. Foram projetados 3 pavimentos, ficando no 2o pavimento as atividades de entretenimento e alimentação, com restaurantes e praças climatizadas voltadas para as áreas externas, conectando a construção com o exterior e o meio ambiente. O aproveitamento dos recursos hídricos e da insolação determinou a disposição das aberturas, terraços, áreas de ajardinamento e espelho d’água, agregando eficiência energética e conforto ambiental.


Paulo Baruki - Barra Shopping Sul

O Barra Shopping Sul está localizado estrategicamente no bairro Cristal na Zona Sul de Porto Alegre. Situado na Av. Diário de Notícias, o empreendimento possui múltiplos acessos, através desta avenida e a av. Chuí, estando ladeado pelo rio Guaíba e o Jockey Club. A implantação e a concepção volumétrica traduzem uma releitura da experiência urbana, onde os elementos da natureza e o entorno tornam-se agentes do processo projetual, estabelecendo um diálogo entre arquitetura e urbanismo. Os sete átrios envidraçados trazem o exterior para o interior proporcionando belas visadas do Rio Guaíba e do Jockey ladeados por alamedas arborizadas. O Shopping regional dotado de 330 lojas é a 1a etapa de um empreendimento de uso misto que inclui uma torre corporativa, um hotel e dois edifícios residenciais, reflete a nova tendência mundial de planejamento de distrito comercial. O mall longilíneo em dois pavimentos atua como interligação de toda macro-área, proporcionando a integração de todas as futuras edificações através de uma confortável “rua climatizada”.


Ulisses Morato De Andrade - Centro Betim

O projeto deste centro comercial foi desenvolvido para um terreno de esquina em uma movimentada avenida de Betim – MG, cidade vizinha à Belo Horizonte. A idéia central da solução arquitetônica foi a criação de uma forte identidade visual que dialogasse com o contexto urbano a partir da situação de esquina que o terreno oferece. As lojas do térreo são guarnecidas por uma ampla marquise que “convida” os transeuntes a uma circulação de conforto em frente às lojas. Os demais pavimentos são ocupados por garagem e salas para escritórios que têm acesso marcado pelo volume vertical na fachada principal. A linguagem arquitetônica, onde predominam elementos curvos, insere o edifico na esquina de maneira mais eficiente, pois, valoriza o aspecto dinâmico dos passantes ao mesmo tempo em que possibilita amplas visadas, sem hierarquia de fachadas. As lâminas horizontais que protegem as esquadrias reforçam a idéia de movimento e velocidade, típicos da vida nas grandes cidades e criam uma atmosfera futurista para o centro comercial.

Créditos: Flex Editora

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